Que o medo não me detenha
Que a dor não me impeça
Que a ousadia guie meus passos
E a impermanência seja minha mestra
Mergulho em mim mesma
Me viro do avesso
Revelo um outro lado
Pranteio o que morreu
Para que as lágrimas possam regar o riso
De quem se abre ao novo!
Que a dor não me impeça
Que a ousadia guie meus passos
E a impermanência seja minha mestra
Mergulho em mim mesma
Me viro do avesso
Revelo um outro lado
Pranteio o que morreu
Para que as lágrimas possam regar o riso
De quem se abre ao novo!
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