segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ao astuto

Do deus astuto e trapaceiro
não me esqueci em nenhum momento
nem deixo de prestar o meu respeito
ao seu dom de embusteiro

Pois que seria de nós sem o embuste
que vítimas do destino não seríamos
sem a malícia que faz o ajuste
entre a verdade e os sonhos

Suas brincadeiras cruéis e suas diversas facetas
tem seu valor tanto e quanto
o cetro ou a marreta
tolo quem duvide...

Rendo então minha homenagem
ao deus dos embusteiros
que sua proteção me livre
da tolice dos ingênuos

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