Desconcerta minha mente
desperta meu corpo dormente
desalinha minha face demente
Espicaça minha alma descrente
Acordaste em mim uma serpente
me soltaste ao sabor da corrente
fizeste germinar uma semente
desse pensamento recorrente
Nada se sustenta permanente
Não é possível estar silente
busco então o combatente
que jazia sob a terra inconsciente
Que fazes de mim ser penitente
De onde vens, o que pretende?
Tudo transfomou-se em uma torrente
Que pretende afinal este ente?
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